quarta-feira, 16 de março de 2011

Fogo de palha

Eu, jardim cheio inverno
e seu corpo frio, jogado pelos butecos.
Café com blues,
seus olhos dizendo blue, blue, blue.

Ensaio penetrar e me desconcerto.
Já em alto mar você esquenta meu inverno.
A superfície finge ao interno:

Fogo e palha,

minha cama e o suor de nossa única noite...

Na chama de nossos corpos
o amor de inverno
se queimou.

3 comentários:

  1. francisco casa nova19 de março de 2011 23:28

    nossa! nessa noite de vazio, sem querer vim parar aqui, que bom! poesia é sempre bom ler...

    a superfície finge ao interno. pensar. é por dentro nada é o que parece ser, por fora temos todas as caras, sentidos, mas, é por dentro que se revela o bom das coisas...

    bom, ganhou mas um seguidor, abs!

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  2. uia! quente...

    bom te receber lá em casa (blog) tayana!
    quando que é a juventude blogueira aqui de bh vai marcar um encontro ao vivo hein? já tô dentro!

    beijos!

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  3. sou eu de novo, agora fiz meu login, Ensaio penetrar e me desconcerto...tento por vezes essa conexão, mas é duro ser sem ser, mas a vida dentro ou fora, cuspida ou engolida, é assim vão aos escuros da carne ao vício que se deseja e de repente, bom, não era isso, esvaiu-se de mim, assim virando as costas e se subtraindo de mim... nada na verdade é o que parece ser...abs! to seguindo!

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